PADilla Luiz Roberto Nuñes Padilla PADilla
Professor de Direito Desportivo, UFRGS Faculdade de Direito
Membro do IBDP Instituto Brasileiro de Direito Processual. Pesquisador, consultor de estratégia e coach, com centenas de trabalhos e pesquisas publicados. Acesse-os por http://www.padilla.adv.br/teses
Participações em cursos, conferências, simpósios, seminários, concursos, bancas, etc., como ministrante, apresentador, debatedor, organizador, examinador, ainda em upload na Plataforma Lattes. Em janeiro de 2007 passou a figurar no rol de recordes por mais uma façanha: Em 8 dias, na UFRGS, participou de quatro bancas de concurso para professor, nas áreas de Processo Civil, Direito Comercial, Direito Romano, Direito Civil e Instituições de Direito, presidindo uma delas.
Dirigente desportivo, presidiu Federação, foi diretor de arbitragem regional, estadual e nacional, auditor e presidente de TJD. Em 1996, chefiou delegação à Sasebo/Nagasaki, onde conquistou título ainda hoje inédito. Coordenou o XIV Campeonato Mundial de Karate, em 1998, no Rio de Janeiro. Em 1995 e 1997 defendeu a criação da nova disciplina no Currículo nos cursos de Ciências Jurídicas - o “Direito Desportivo”. Desenvolve várias linhas de pesquisa, uma delas para construção da Teoria Geral do Direito Desportivo, constantemente atualizado seu plano de estudo que passou a ser reproduzido em todas faculdades. Acesse por http://www.padilla.adv.br/desportivo
Iniciou atividades docentes em 1982, como voluntário em 200 horas-aulas no "Projeto Pericampus" da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS e Faculdade de Pedagogia. De 1989 a 1990 - mediante 1º lugar em concurso público de provas e títulos - lecionou TGP Teoria Geral do Processo e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da FURG Fundação Universidade de Rio Grande. Desde 1990 lecionou em variados cursos, desde formação e aperfeiçoamento de árbitros desportivos, até preparação a concursos, como no Curso de Preparação à Magistratura do Trabalho da Amatra-IV, posteriormente transformado em FEMARGS. Em 1992, ingressou na UFRGS como professor substituto, aprovado em 1º lugar em processo seletivo. No mesmo ano, participou de concorrido concurso com 47 candidatos para o quadro efetivo. Lecionava como substituto quando, aprovado, foi nomeado na vaga decorrente da aposentadoria do Ministro Athos Gusmão Carneiro. Atendendo necessidades departamentais, também lecionou Falências e Concordatas, Títulos de Crédito, Prática Forense, Organização Judiciária, Direito Processual Civil, Seguros, Instituições de Direito e Fundamentos de Direito e Legislação Desportiva, complementando a visão multifária do direito. Há alguns anos leciona exclusivamente TGP Teoria Geral do Processo, Prática de Processo Civil, e Direito Desportivo e orienta Trabalhos de Conclusão de Curso e de Pesquisa Jurisprudencial e Bibliográfica. http://www.padilla.adv.br/prof
Bacharel pela UFRGS em 1983. Na mesma instituição, depois de centenas de horas de seminários, pesquisas e trabalhos, em 1990 foi aprovado nas provas finais, e de didática, do Mestrado em Direito da UFRGS coordenado pelo inolvidável Prof. Dr. Clóvis Veríssimo do Couto e Silva, cuja exigência e inspiração invulgar rendeu reconhecimento. Iniciou ns lides forenses em 1981, no SAJU Serviço de Assistência Judiciária Universitária da Faculdade de Direito da UFRGS como estagiário; em 1983 foi Coordenador. Advogado com atuação em milhares de processos, criou teses inéditas, muitas de repercussão, tendo registro em seus assentos profissionais notória proficiência. Ingressou na PGE-RS por concurso público de provas e títulos em 1992. Atuou na região da serra gaúcha, e coordenou a Procuradoria de Caxias do Sul entre 1994 e 1995. Promovido para a classe final, atuou na PDPE Procuradoria de Domínio Público Estadual, onde chegou a Procurador do Estado do Rio Grande do Sul, de classe Superior, onde ficou até 2006. Criou grupos de Intercâmbio de informações de procuradores gaúchos e brasileiros. Na década de oitenta já despontava no direito processual civil, contribuindo com iniciativas legislativas e de evolução jurisprudencial, inclusive nos trabalhos da Comissão do IBDP
